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Eleições 2026

Atos de campanha de Lula e Flávio Bolsonaro reúnem apoiadores em Brasília e outras cidades

Na véspera das eleições, manifestações de apoio a Lula e Flávio Bolsonaro ocorreram a dois quilômetros de distância no centro de Brasília, além de mobilizações em outros estados.

Foto: João Pavese/Pexels

Simpatizantes dos candidatos à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizaram manifestações separadas por apenas dois quilômetros no centro de Brasília neste sábado (24), véspera do pleito. O grupo de apoio a Lula reuniu-se perto do Museu Nacional, enquanto os apoiadores de Flávio Bolsonaro concentraram-se na Torre de TV.

Ambos os lados contaram com trios elétricos, jingles e a reprodução do Hino Nacional. Nos cruzamentos pontuais entre eleitores pelas vias, registraram-se provocações mútuas, embora participantes das duas frentes tenham reforçado discursos em prol do respeito à democracia e da aceitação do resultado das urnas no domingo (25).

Entre os manifestantes pelo país, diferentes motivações foram apresentadas. Eleitores a favor de Lula destacaram pautas como ensino público e gratuito, desarmamento, proteção de minorias e combate à desinformação. Por outro lado, apoiadores de Flávio Bolsonaro ressaltaram o posicionamento contrário a extremismos e a influência de valores familiares e religiosos na decisão do voto.

Além do Distrito Federal, atos foram realizados em diversos municípios. Mobilizações pró-Lula ocorreram em Maceió (AL) e Fortaleza (CE), além da presença do candidato em Copacabana, no Rio de Janeiro, e na Avenida Paulista, em São Paulo. Manifestações pró-Flávio Bolsonaro aconteceram em Goiânia (GO), Cuiabá (MT), Dourados (MS) e Vitória (ES), com o candidato participando de motocarreata em Belo Horizonte (MG) e ato na Barra da Tijuca (RJ).

Texto do Pingou reescrito automaticamente por inteligência artificial a partir de reportagem de agência pública de notícias. Pode conter imprecisões: confira sempre o original. Fonte: Luiz Claudio Ferreira, Agência Brasil. Ler a reportagem original Não é recomendação de investimento.

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