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Candidatos ao segundo turno apresentam propostas opostas sobre o papel das estatais

Planos de governo de Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva contrapõem a retomada de privatizações e o fortalecimento de empresas públicas.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

Os eleitores brasileiros definem neste domingo (25), no segundo turno, os rumos do país entre duas propostas divergentes para a administração pública. Os programas dos candidatos Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva apresentam abordagens antagônicas sobre privatizações, extinção de estatais e gestão dos gastos do governo.

O plano de Flávio Bolsonaro defende a retomada do Programa Nacional de Desestatização e a alienação de ativos não estratégicos para atração de recursos privados e diminuição das dívidas públicas. O programa inclui um plano de cortes intensos para enxugar a estrutura do Estado, diminuição do total de ministérios, redução de cargos comissionados e desregulamentações nas áreas trabalhista, previdenciária e tributária.

Já a diretriz do programa de Lula busca o fortalecimento das estatais, posicionando-se de forma contrária à desestatização de companhias como Petrobras, Correios e Embrapa. A proposta foca no aumento da eficiência do gasto público, parcerias com o setor privado, reestruturação financeira das empresas do Estado e expansão do regime fiscal Repetro.

Ambas as propostas mencionam a expansão e o investimento em serviços públicos por meios digitais. Enquanto o plano de Lula sugere a ampliação de infraestruturas e plataformas como o Gov.br, a candidatura de Flávio Bolsonaro cita o uso da tecnologia para agilizar a máquina pública através da iniciativa Brasil sem Fila.

Texto do Pingou reescrito automaticamente por inteligência artificial a partir de reportagem de agência pública de notícias. Pode conter imprecisões: confira sempre o original. Fonte: Luciano Nascimento, Agência Brasil. Ler a reportagem original Não é recomendação de investimento.

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