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Eleições 2026

Uso de colinha em papel é liberado para auxiliar eleitores durante a votação

A Justiça Eleitoral permite a entrada de anotações em papel na cabine para evitar erros na digitação dos números. Aparelhos celulares continuam proibidos.

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Os eleitores podem utilizar um pedaço de papel com os números de seus candidatos anotados a caneta para garantir a precisão no momento de votar na urna eletrônica. A legislação eleitoral autoriza o uso dessa colinha para evitar o esquecimento ou a confusão de dados na cabine de votação.

Por outro lado, é proibido entrar na cabine portando aparelhos celulares ou qualquer equipamento que possa fotografar, gravar ou transmitir imagens. Os dispositivos devem ser entregues aos mesários antes do voto para resguardar o sigilo e evitar fraudes. Quem não entregar o aparelho pode ser impedido de votar.

Para votar, também é preciso apresentar um documento oficial de identificação com foto. O título de eleitor físico não é obrigatório, mas auxilia a localizar a zona e a seção, informações que também estão disponíveis no aplicativo e-Título da Justiça Eleitoral.

A falta de atenção aos números causou anulações no primeiro turno deste ano. No Distrito Federal, 26 mil eleitores digitaram o número 22 e anularam o voto para o governo distrital, no qual Celina Leão (PP), cujo número é 11, disputa o segundo turno com Leandro Grass (PT). No Rio de Janeiro, cerca de 204 mil pessoas digitaram 13 em vez de 55 para Eduardo Paes, resultando em votos nulos na disputa vencida por Douglas Ruas (PL).

Texto do Pingou reescrito automaticamente por inteligência artificial a partir de reportagem de agência pública de notícias. Pode conter imprecisões: confira sempre o original. Fonte: Marcelo Brandão, Agência Brasil. Ler a reportagem original Não é recomendação de investimento.

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