Coligação de Lula aciona TSE por falta de transporte público em nove estados
Campanha petista aponta problemas na circulação de ônibus em municípios de nove estados e solicita a prorrogação do horário de votação até as 19h.

A coligação Brasil Pronto Pra Mais, do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva, protocolou uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) relatando a escassez de transporte coletivo em municípios de nove estados: Bahia, São Paulo, Alagoas, Pernambuco, Roraima, Piauí, Paraíba, Pará e Rio de Janeiro. A chapa solicitou a prorrogação da votação até as 19h nos locais atingidos, além da prisão em flagrante dos envolvidos em prejudicar o voto.
A Justiça Eleitoral havia determinado o funcionamento de 100% da frota dos dias úteis durante o pleito, com passe livre. Segundo dados apresentados pela campanha, o tema somou 249,7 mil postagens e 848,7 mil interações digitais entre 8h e 13h30. Na Bahia, o Tribunal Regional Eleitoral solicitou a prisão do secretário municipal Pablo Souza após o Procon-BA constatar 370 coletivos parados em garagens de Salvador.
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, declarou nas redes sociais que a retenção dos ônibus se concentrou em localidades onde o presidente liderou no primeiro turno, como no Nordeste e em bairros periféricos de São Paulo, classificando a ocorrência como uma estratégia de prefeitos de oposição.
O processo detalha intercorrências regionais, incluindo insuficiência de veículos e cobranças indevidas de passagens em Alagoas, recusa de itinerários para comunidades indígenas em Roraima e diminuição de linhas em cidades do Piauí e do Rio de Janeiro. O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, comunicou que iria avaliar os pedidos de extensão de horário e requisitou esclarecimentos ao tribunal eleitoral baiano.
Texto do Pingou reescrito automaticamente por inteligência artificial a partir de reportagem de agência pública de notícias. Pode conter imprecisões: confira sempre o original. Fonte: Lucas Pordeus León, Agência Brasil. Ler a reportagem original Não é recomendação de investimento.
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