Economistas publicam manifesto contra corte de gastos e defendem taxar ricos
Um grupo de 50 especialistas critica a pressão do mercado financeiro e sugere tributação dos mais ricos no lugar de cortes em despesas sociais.

Um manifesto divulgado na sexta-feira (30) por 50 economistas e especialistas criticou a pressão do mercado financeiro para a adoção de um programa de corte de gastos. O grupo argumenta que o principal responsável pelo aumento da dívida pública é o custo com os juros cobrados pelo Banco Central (BC), que consumiram mais de R$ 1,1 trilhão do orçamento nos últimos doze meses.
Para conter o endividamento sem afetar áreas sociais, o texto sugere antecipar para o próximo ano a tributação mínima de 10% para pessoas com renda anual acima de R$ 600 mil. Além disso, propõe a revisão de isenções e regimes especiais que somam R$ 612,8 bilhões em gastos tributários.
Entre as propostas apresentadas estão a interrupção da alta da Selic, atualmente em 13,75% ao ano, a alteração da meta de inflação para 4,5% e a aprovação de uma nova regra fiscal para substituir o arcabouço. O documento também faz críticas à postura do mercado financeiro e a membros do governo que defendem o ajuste fiscal.
Texto do Pingou reescrito automaticamente por inteligência artificial a partir de reportagem de agência pública de notícias. Pode conter imprecisões: confira sempre o original. Fonte: Lucas Pordeus León, Agência Brasil. Ler a reportagem original Não é recomendação de investimento.
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