Notícias
Economia

Perdão de dívidas de MEIs é medida fiscal necessária, diz ministro

Segundo o ministro Paulo Pereira, a anistia a débitos federais de MEIs pode reinserir pequenos negócios na formalidade e gerar até R$ 4 bilhões em arrecadação.

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira, declarou que o perdão de débitos tributários federais de microempreendedores individuais com a União trará trabalhadores de volta à formalidade. De acordo com ele, a medida tem potencial para aumentar a arrecadação do governo federal entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões.

A anistia alcança débitos inscritos na dívida ativa até 13 de outubro de 2026 e pode atender aproximadamente 3,6 milhões de pessoas. O montante total das pendências supera R$ 12 bilhões, sendo que cerca de R$ 11 bilhões (aproximadamente 86%) são classificados como de difícil ou impossível recuperação.

A iniciativa faz parte da Lei Complementar nº 238, sancionada em 21 de outubro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva dentro do programa Prospera MEI. A legislação também altera o limite anual de faturamento para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028, permite a contratação de até dois empregados, dispensa nota fiscal para operações com pessoas físicas e cria o Pix MEI, que concede subvenção direta de até R$ 5 mil.

Além disso, o pacote traz uma etapa de renegociação de pendências com bancos associada ao Desenrola 3.0. Nessa nova fase, a União pretende comprar os lotes de dívidas diretamente das instituições financeiras, que precisarão conceder descontos sobre os valores devidos para aderir ao processo.

Texto do Pingou reescrito automaticamente por inteligência artificial a partir de reportagem de agência pública de notícias. Pode conter imprecisões: confira sempre o original. Fonte: Alex Rodrigues, Agência Brasil. Ler a reportagem original Não é recomendação de investimento.

Mais notícias